quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Marcos Miranda Júnior registra candidatura e entra na disputa por vaga de deputado estadual pelo Maranhão

 O empresário Antônio Marcos Bezerra Miranda Júnior, conhecido como Marcos Miranda Júnior, declarou à Justiça Eleitoral patrimônios ao registrar candidatura ao cargo de deputado estadual pelo Maranhão nas eleições de 2026.



Natural de Bacabal (MA), Marcos Miranda Júnior tem 29 anos, é empresário, filho do Líder politico Marcos Miranda e da atual prefeita do município de Bom Lugar, Marlene Miranda, o candidato possui ensino superior completo e disputa a eleição pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), com o número 40123.

De acordo com os dados apresentados no sistema de Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais, a candidatura aparece, até a última atualização informada, como “aguardando julgamento”. A situação do partido/federação/coligação também consta como aguardando julgamento.

Patrimônio declarado

A maior parte dos bens informados pelo candidato está concentrada em participações societárias em empresas e veículos.

Limite de gastos

Para a disputa pelo cargo de deputado estadual, o limite legal de gastos informado no cadastro eleitoral é de R$ 1.270.629,01 no primeiro turno.

Os dados divulgados pela Justiça Eleitoral representam as informações declaradas pelo próprio candidato no registro de candidatura. A declaração patrimonial não significa, por si só, comprovação de propriedade ou avaliação independente dos bens.

A candidatura de Marcos Miranda Júnior permanece aguardando julgamento, conforme a atualização apresentada no sistema eleitoral.

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Ação popular coloca Iracema Vale e Estado do Maranhão no centro de disputa judicial sobre licitação

 

Processo tramita na 7ª Vara da Fazenda Pública de São Luís e está concluso para despacho desde maio; ação envolve ainda empresa de comunicação e outras pessoas físicas

Uma Ação Popular em tramitação na 7ª Vara da Fazenda Pública de São Luís colocou a presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Iracema Cristina Vale Lima, além de outras pessoas e o próprio Estado do Maranhão, no polo passivo de uma disputa judicial relacionada a licitação e edital.

O processo, de número 0885967-50.2025.8.10.0001, foi distribuído em 21 de setembro de 2025 e tem como autor Gabriel Gandolphi de Almeida. A ação tem como assunto principal questões de Direito Administrativo, especificamente relacionadas a licitações e edital.



Entre os réus estão a Addpress Comunicação Social Ltda. – ME, Anny Grazielly Lima Ramos, Iracema Cristina Vale Lima, Wanessa Maria Santos Viana e o Estado do Maranhão.

Processo aguarda despacho

De acordo com os dados processuais apresentados, o caso teve diversas movimentações ao longo de 2026. Houve a juntada de contestações, cumprimento e devolução de mandados, certidões e atos ordinatórios.

Em 5 de maio de 2026, foi registrada a juntada de uma nova petição. Poucos dias depois, em 14 de maio, o processo foi encaminhado para “Conclusos para despacho”, situação que indica que os autos foram encaminhados ao magistrado para análise e eventual decisão ou determinação sobre os próximos passos do processo.

Até a última movimentação informada, não consta, nos dados apresentados, uma sentença definitiva sobre o mérito da ação.

Disputa ainda está em andamento

A existência da ação não significa, por si só, que os réus tenham cometido irregularidades. O processo representa uma controvérsia submetida ao Poder Judiciário, e os envolvidos têm direito à defesa e ao contraditório.

O que chama atenção é o número de pessoas e instituições envolvidas e o fato de a demanda estar relacionada a procedimentos de licitação e edital, tema que envolve diretamente princípios como legalidade, publicidade, impessoalidade e interesse público.

Com o processo atualmente concluso para despacho, a expectativa é de que o Judiciário defina os próximos encaminhamentos da ação.

O caso segue em tramitação na Justiça Estadual do Maranhão.

Dr. Bento Vieira registra candidatura e entra na disputa por vaga de deputado federal pelo Maranhão

 O advogado Bento Vieira, conhecido como Dr. Bento Vieira, aparece como candidato a deputado federal pelo Maranhão nas eleições de 2026 pelo Partido Novo (NOVO), com o número 3030. Conforme os dados apresentados no sistema de divulgação de candidaturas, a candidatura consta como “aguardando julgamento”, assim como a situação partidária.



Natural de Bacabal (MA), Bento Vieira tem 71 anos, é casado, possui ensino superior completo e declara exercer a profissão de advogado. Ele também se declara preto e quilombola. A candidatura é registrada de forma individual pelo NOVO, sem coligação.

Segundo as informações eleitorais apresentadas, o candidato possui um limite legal de gastos de R$ 3.176.572,53 no primeiro turno.

Patrimônio declarado

Bento Vieira declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio total de R$ 230 mil, composto por três terrenos:

  • Terreno avaliado em R$ 100 mil;
  • Terreno avaliado em R$ 50 mil;
  • Terreno avaliado em R$ 80 mil.

O patrimônio informado é exclusivamente formado por imóveis, de acordo com os dados disponibilizados.

Candidatura ainda depende de julgamento

Apesar de constar como candidato concorrente, a situação registrada como “aguardando julgamento” significa que o pedido de candidatura ainda não havia recebido decisão definitiva da Justiça Eleitoral na atualização informada.

Também aparecem campos referentes a certidões, processos e sites do candidato, mas o material apresentado não detalha o conteúdo desses itens.

A candidatura de Bento Vieira coloca mais um nome de Bacabal na disputa por uma cadeira na Câmara dos Deputados, em uma eleição que promete ser marcada por forte concorrência entre os candidatos maranhenses.

Os dados acima correspondem às informações eleitorais fornecidas, cuja atualização indicada no material é de 8 de novembro de 2026.

terça-feira, 11 de agosto de 2026

PERSEGUIÇÃO? Moraes determina busca contra fonte de jornalista do Maranhão

 Raimundo Cutrim foi alvo de operação da Polícia Federal após ser apontado como fonte de reportagens sobre o uso de veículos oficiais envolvendo o ministro Flávio Dino.




O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (11) uma operação de busca e apreensão contra o ex-secretário de Estado do Maranhão Raimundo Cutrim, apontado nas investigações como fonte do jornalista Luís Pablo em reportagens relacionadas ao uso de veículos oficiais pelo ministro Flávio Dino e familiares no Maranhão. A medida foi solicitada pela Polícia Federal e contou com a concordância da Procuradoria-Geral da República (PGR).

O caso coloca novamente no centro do debate a relação entre investigação judicial, liberdade de imprensa e proteção das fontes jornalísticas. Cutrim teria sido identificado pelas autoridades a partir de elementos obtidos durante a investigação envolvendo o jornalista.

Luís Pablo já havia sido alvo de uma operação em março deste ano, quando teve equipamentos apreendidos em razão das reportagens que questionavam a utilização de veículos oficiais relacionados a Flávio Dino.

Segundo informações divulgadas nesta terça-feira, a nova medida busca avançar na apuração sobre a origem das informações utilizadas nas publicações. A defesa de Cutrim, entretanto, afirma que ainda não teve acesso integral aos autos que fundamentaram as medidas, que tramitam sob sigilo.

Debate sobre a fonte jornalística

A identificação de uma pessoa como fonte de um jornalista ganha especial relevância porque o sigilo da fonte é uma garantia prevista constitucionalmente para o exercício da atividade jornalística. Ao mesmo tempo, autoridades podem determinar medidas de investigação quando entendem existir elementos que justifiquem a apuração de possíveis ilícitos.

É justamente nesse ponto que o episódio provoca questionamentos: até onde pode avançar uma investigação quando ela alcança a relação entre jornalista e fonte?

A controvérsia aumenta porque as reportagens que deram origem ao caso tratavam de supostas irregularidades envolvendo veículos oficiais. A investigação atual, por sua vez, concentra-se também na identificação da origem das informações utilizadas pelo jornalista.

Caso ainda está sob investigação

A operação não significa, por si só, que Raimundo Cutrim tenha sido condenado ou que as acusações relacionadas ao conteúdo das reportagens estejam comprovadas. Os fatos ainda deverão ser esclarecidos no curso da investigação.

O episódio também reacende uma discussão relevante para o jornalismo brasileiro: a proteção das fontes é fundamental para que informações de interesse público possam chegar à sociedade, mas não impede que eventuais crimes sejam investigados pelas autoridades dentro dos limites legais.

O caso segue sob sigilo no STF e novas informações poderão esclarecer quais fatos concretos fundamentaram a decisão e quais são os próximos passos da investigação.

MARANHÃO; Mulher finge passar mal para pedir ajuda após sofrer ameaças de homem que conheceu pela internet.

 Uma mulher conseguiu escapar de uma situação de violência após simular que estava passando mal e pedir para ser levada a um hospital em Sítio Novo, no interior do Maranhão. Segundo a Polícia Militar, ela relatou que vinha sofrendo ameaças e agressões do companheiro, com quem mantinha um relacionamento havia aproximadamente quatro meses.



De acordo com as informações policiais, a mulher morava em Minas Gerais e decidiu se mudar para Sítio Novo depois de conhecer o homem pela internet. No início do relacionamento, segundo o relato apresentado à polícia, a convivência era tranquila. Com o passar do tempo, porém, o comportamento do companheiro teria mudado, com episódios de ameaças e agressões.

Durante um almoço, a vítima encontrou uma oportunidade para buscar ajuda. Ela afirmou ao companheiro que estava passando mal e precisava de atendimento médico. Ao chegar ao hospital, conseguiu conversar com funcionários da unidade e revelar o que estaria acontecendo. A equipe acionou a Polícia Militar.

A situação ganhou contornos ainda mais preocupantes quando, segundo a PM, o suspeito apareceu nas proximidades do hospital portando uma arma e permaneceu circulando pela região enquanto aguardava a saída da mulher.

Os policiais localizaram o homem próximo à unidade de saúde e efetuaram a prisão. Na sequência, uma equipe foi até a residência do suspeito, onde foram apreendidos, conforme a Polícia Militar, uma espingarda, munições, um cacetete e uma quantidade de maconha.

A mulher também relatou à polícia que o companheiro estaria utilizando seu nome para realizar compras.

O suspeito foi encaminhado para a Delegacia da Polícia Civil em Imperatriz, onde o caso deverá ser investigado. As circunstâncias das supostas agressões, ameaças e demais denúncias apresentadas pela vítima serão apuradas pelas autoridades.

O episódio chama atenção para os riscos enfrentados por vítimas de violência doméstica e para a importância da busca por ajuda diante de situações de ameaça. A polícia deve esclarecer os fatos e definir as responsabilidades após a conclusão das investigações.

Sete políticos do Maranhão entram no radar de investigação sobre irregularidades em emendas Pix

PF deverá aprofundar apuração sobre transferências especiais que movimentaram R$ 198 milhões e teriam causado prejuízo de R$ 49 milhões aos cofres públicos

O Maranhão passou a ocupar posição de destaque no avanço das investigações sobre possíveis irregularidades na execução das chamadas emendas Pix. Uma determinação do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), colocou sob atenção da Polícia Federal um grupo de 24 políticos relacionados a emendas que apresentaram problemas identificados pelo Tribunal de Contas da União (TCU).



Entre os nomes relacionados estão sete políticos com atuação ou passagem pela política maranhense. A lista reúne os deputados Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Gil (PL-MA), Josivaldo JP (União-MA) e Márcio Honaiser (Solidariedade-MA), além dos ex-deputados Silvio Antonio, Zé Carlos e João Marcelo Souza.

A presença dos nomes na relação, porém, não significa que os políticos estejam formalmente investigados ou que tenham cometido irregularidades. A apuração deverá verificar, individualmente, se existem elementos capazes de justificar eventual responsabilização.

R$ 198 milhões sob fiscalização

A decisão do STF tem como base uma fiscalização realizada pelo TCU sobre 100 emendas destinadas a 74 entes públicos, entre estados e municípios. Os recursos movimentados entre 2020 e 2024 somaram R$ 198,11 milhões.

Segundo os achados apresentados pelo tribunal, foram identificados problemas relacionados à execução e ao acompanhamento dos recursos, incluindo falta de transparência, indícios de superfaturamento e obras ou serviços que não teriam sido efetivamente entregues.

O TCU calculou em R$ 49 milhões o prejuízo aos cofres públicos associado às irregularidades encontradas. O valor corresponde a aproximadamente um quarto dos recursos analisados.

Pressão sobre parlamentares e gestores

A determinação aumenta a pressão sobre parlamentares responsáveis pelas indicações das emendas e sobre gestores públicos que receberam os recursos. A Polícia Federal deverá dar prioridade aos casos em que foram identificados prejuízos concretos ao patrimônio público, como obras superfaturadas ou pagamentos relacionados a entregas que não foram realizadas.

Os demais casos que apresentaram problemas também deverão ser analisados, ainda que não exista, neste momento, prejuízo material definitivamente quantificado.

O cenário coloca novamente as emendas Pix no centro do debate sobre transparência, fiscalização e controle dos recursos públicos.

Ao analisar as conclusões do TCU, Flávio Dino apontou a persistência de problemas estruturais na execução das emendas e determinou medidas para aumentar o controle sobre a aplicação dos recursos.

Sistema de transparência também será alvo de correções

Além da investigação criminal, a decisão estabelece providências para corrigir falhas no sistema de acompanhamento das transferências especiais.

O Transferegov.br, plataforma utilizada para registrar informações relacionadas às transferências de recursos públicos, deverá passar por ajustes. Entre os problemas apontados estão a possibilidade de utilização de metas genéricas e a existência de dados bancários desatualizados.

A determinação prevê prazo de 10 dias úteis para que o Ministério da Gestão e da Inovação adote as medidas determinadas.

O caso agora entra em uma nova etapa: caberá à Polícia Federal aprofundar as apurações e verificar se, além das irregularidades apontadas pelo TCU, existem elementos que possam estabelecer responsabilidades individuais.

Até que as investigações sejam concluídas, os políticos citados devem ser tratados como relacionados à apuração, e não como culpados por qualquer irregularidade.

ELEIÇÕES 2026; Candidato de Bacabal declara patrimônio de R$ 2,77 milhões à Justiça Eleitoral, com 443 cabeças de gado e propriedades rurais

 O candidato a deputado estadual a reeleição, Florêncio Neto/PSB, declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio total apenas  de R$ 2.778.929,49. A relação de bens apresentada é composta principalmente por propriedades rurais, rebanho bovino, investimentos financeiros, saldos bancários e um veículo.



O maior item da declaração é um rebanho de 443 cabeças de gado, avaliado em R$ 1.550.500,00. O valor representa uma parcela significativa do patrimônio declarado pelo candidato.

Entre os bens imóveis estão propriedades e terrenos localizados em Bacabal, Lago da Pedra e Poção de Pedras. Na declaração aparecem diferentes áreas rurais, com valores individuais que variam de R$ 20 mil a R$ 93.275,25, além de outros imóveis rurais avaliados em R$ 43 mil e R$ 83.628,30.

A declaração também registra R$ 348.500,00 em investimentos, além de uma aplicação em CDB de R$ 8.984,94. Somados os diferentes saldos bancários informados, aparecem ainda valores mantidos em contas correntes e poupanças.

Na relação de bens consta também uma Toyota Hilux, declarada pelo valor de R$ 270 mil.

A divulgação do patrimônio faz parte das informações disponibilizadas pela Justiça Eleitoral para permitir que o eleitor conheça a situação patrimonial dos candidatos. Os valores correspondem à declaração apresentada pelo próprio candidato no processo eleitoral e não significam, necessariamente, avaliação atual de mercado dos bens.

A declaração patrimonial, portanto, revela um candidato com patrimônio superior a R$ 2,7 milhões, concentrado principalmente no setor rural, com destaque para o expressivo rebanho bovino e as propriedades localizadas em municípios do Maranhão, de 2022 pra 2026 a patrimônio do candidato teve um acréscimo de R$ 782.508,76