quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Homem é preso suspeito de envolvimento em esquema de estelionato na zona rural de Conceição do Lago-Açu


Um homem identificado como João Evangelista foi preso no povoado Olho d’Água do Lapela, na zona rural de Conceição do Lago-Açu do Maranhão.



De acordo com as informações publicadas, João Evangelista é suspeito de envolvimento em crimes de estelionato. A denúncia aponta que ele teria utilizado dados pessoais e nomes de pessoas idosas para realizar empréstimos em nome das supostas vítimas.

A prisão teria ocorrido após denúncias relacionadas ao caso. As circunstâncias da abordagem e os detalhes sobre os possíveis empréstimos ainda não foram informados na publicação.

O caso deverá ser investigado pelas autoridades competentes, que deverão apurar a origem dos dados utilizados, a existência de outras possíveis vítimas e a eventual participação de outras pessoas no esquema.

Importante: até o momento, as informações disponíveis tratam João Evangelista como suspeito, e as acusações ainda precisam ser apuradas pela investigação e pelo devido processo legal. A defesa do investigado, caso se manifeste, deverá ter seu posicionamento considerado na cobertura do caso.

LAGO VERDE/MA; Denuncia é feita ao MP por atraso de pagamentos a servidores.

O Ministério Público do Maranhão registrou uma Notícia de Fato para apurar possível atraso de pagamentos e eventual incidência de correção monetária em contratos administrativos do Município de Lago Verde (MA).



O procedimento foi registrado sob o número 007086-509/2026, em 22 de julho de 2026, na comarca de Bacabal. A manifestação que deu origem ao registro foi apresentada de forma anônima.

O caso está classificado na área de Defesa do Patrimônio Público e Probidade, tendo como assunto “Pagamento Atrasado / Correção Monetária”, relacionado a contratos administrativos e ao Direito Administrativo.

A denuncia tem como requerido o Município de Lago Verde/MA e está sob responsabilidade da 2ª Promotoria de Justiça Especializada de Bacabal, tendo como promotor responsável Lindemberg do Nascimento Malagueta Vieira.

De acordo as informações, o procedimento passou por movimentações internas em 20 de agosto de 2026, quando foi distribuído à promotoria e posteriormente autuado.

Também consta que foi aberto prazo para análise do caso, com início em 20 de agosto de 2026 e término previsto para 19 de setembro de 2026. Até o momento do registro consultado, o prazo aparece como aberto.

A denuncia deverá servir para que o Ministério Público analise as informações apresentadas e avalie a necessidade de adoção de outras providências.

terça-feira, 15 de setembro de 2026

OAB Maranhão inaugura espaços para a advocacia na UPR Piratininga, em Bacabal

 A Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Maranhão (OAB/MA), por meio da Subseção de Bacabal, inaugurou, no dia 11 de setembro, três importantes espaços destinados ao atendimento e à atuação da advocacia na Unidade Prisional de Ressocialização (UPR) Piratininga, em Bacabal. Foram entregues a Sala de Parlatório, a Sala de Estado Maior e a Sala da Advocacia. A iniciativa representa um avanço nas condições oferecidas aos advogados e advogadas que atuam na unidade prisional, garantindo mais organização, privacidade, segurança e comodidade para o exercício profissional.



A Sala da Advocacia recebeu o nome do advogado Dr. Danilo Pereira de Carvalho, em homenagem póstuma à sua trajetória e à relevante contribuição deixada para a advocacia. Para o presidente da OAB Maranhão, Kaio Saraiva, a entrega dos espaços reafirma o compromisso da Seccional com a estrutura necessária para que a advocacia possa exercer sua função de forma plena e independente. “Garantir espaços adequados para o exercício profissional é também garantir o respeito às prerrogativas da advocacia. A estruturação desses ambientes na UPR Piratininga é uma conquista importante para a advocacia criminal de Bacabal e região e demonstra que a OAB Maranhão permanece atenta às demandas da classe, atuando para assegurar condições dignas e seguras para o exercício da profissão”, destacou Kaio Saraiva.

O presidente da OAB Subseção Bacabal, Gilberto Lacerda, ressaltou que a entrega atende a uma demanda histórica da advocacia criminal e fortalece a atuação dos profissionais que precisam acessar a unidade prisional. “Esses espaços representam uma conquista para a advocacia de Bacabal. Estamos garantindo melhores condições para que advogados e advogadas possam atender seus clientes com privacidade, segurança e dignidade. É uma demonstração concreta do compromisso da Subseção com a valorização da advocacia e com a defesa intransigente das nossas prerrogativas”, afirmou. A atividade também contou com a participação do presidente da Comissão de Defesa das Prerrogativas da OAB Maranhão, Erivelton Lago, reforçando a atuação da Seccional na proteção das garantias profissionais da advocacia em todo o Estado.

A disponibilização de salas adequadas para o atendimento da advocacia no sistema prisional é fundamental para assegurar o sigilo profissional, a comunicação reservada entre advogado e cliente e o pleno exercício da defesa. Nesse sentido, a entrega dos novos espaços na UPR Piratininga fortalece não apenas a estrutura de trabalho da classe, mas também o próprio funcionamento da Justiça.. A ação integra o trabalho permanente da OAB Maranhão e da Subseção de Bacabal pela valorização da advocacia, pela melhoria das condições de trabalho e pela garantia do respeito às prerrogativas profissionais.


Gaeco realiza operação contra desvios de mais de R$ 600 milhões em verbas públicas

 O Ministério Público do Estado do Maranhão deflagrou, nesta terça-feira, 15, a Operação Faenerator, que cumpriu mandados e buscas e apreensão contra investigados pela prática de agiotagem, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes contra a Administração Pública. As diligências foram realizadas em Imperatriz, João Lisboa e Buritirana, incluindo residências, sedes de empresas e propriedades rurais relacionadas aos investigados.



Além das buscas e apreensões, decisão judicial autorizou bloqueio e indisponibilidade de bens e valores de até R$ 621.455.220,00.

A ação é realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas do MPMA (Gaeco) – Núcleo Regional de Imperatriz, com apoio da Superintendência Estadual de Investigações Criminais da Polícia Civil (Seic), da Polícia Militar e da Coordenadoria de Assuntos Estratégicos e Inteligência (Caei) do MPMA. A atividade é respaldada em decisão da Vara Especial Colegiada dos Crimes Organizados.



Quanto aos bloqueios patrimoniais, incluem-se ativos financeiros, imóveis, veículos, aeronaves, embarcações e outros bens, bem como autorização para extração e análise de dados dos dispositivos eletrônicos apreendidos.

OPERAÇÃO

A Operação Faenerator é resultado do aprofundamento e do cruzamento de elementos reunidos com as operações Regalo, Timoneiro e Pavimentum, realizadas anteriormente pelo Gaeco para apurar irregularidades envolvendo recursos públicos e empresas contratadas no âmbito da Secretaria Municipal de Infraestrutura de Imperatriz (Sinfra).

Os alvos fazem parte de um núcleo financeiro suspeito de atuar no financiamento de empresas envolvidas em contratos e obras públicas no Município de Imperatriz, inclusive empreiteiras anteriormente investigadas por desvios de recursos da Sinfra. Elementos indicam que a prática dos delitos acontece, pelo menos, desde 2017.

De acordo com as investigações, o grupo fornecia recursos aos empresários por meio de empréstimos com cobrança de juros e, paralelamente, utilizava pessoas físicas, empresas e diferentes operações financeiras e patrimoniais para ocultar e dissimular a origem e a circulação dos valores.

Os dados e provas colhidas apontam que o grupo, além de fornecer de forma sistemática capital a empreiteiros locais por meio da agiotagem, também participava de mecanismos destinados à ocultação e lavagem de recursos de origem ilícita.

MÉTODO UTILIZADO

Empreiteiras procuravam o grupo quando necessitavam de disponibilidade imediata de recursos para iniciar obras, manter o fluxo de caixa ou cumprir compromissos financeiros. O capital era concedido sem garantias formalmente constituídas, mediante cobrança de juros que variavam entre 3,5% e 4% ao mês, além de encargos calculados em caso de atraso. Como garantia, eram utilizados cheques e notas promissórias que permaneciam fora do sistema bancário e funcionavam como instrumentos físicos de controle das dívidas.

A investigação identificou movimentações financeiras consideradas incompatíveis com a atividade econômica declarada por algumas das empresas relacionadas ao grupo. Em um dos casos, uma clínica odontológica declarou faturamento médio mensal de aproximadamente R$ 13 mil; no entanto, movimentou R$ 143,8 milhões entre 2019 e 2024.

Dentre os mecanismos destinados a dificultar o rastreamento dos recursos, estão a utilização de transferências bancárias, PIX, depósitos fracionados, contas de passagem, pessoas interpostas e saques em espécie.

A lavagem de dinheiro também inclui a reinserção de valores na economia formal com a aquisição e comercialização de bens móveis, incluindo carros de luxo e veículos pesados, aeronaves, helicópteros, embarcações e imóveis rurais. As apurações também apontam pagamentos de obrigações de natureza pessoal relacionadas a agentes públicos e Pessoas Expostas Politicamente (PEPs).

BLOQUEIO

O mandado judicial deferiu medidas de bloqueio e indisponibilidade de bens com o valor limite de R$ 621.455.220,00. A medida faz parte da estratégia de descapitalização da estrutura investigada e de preservação patrimonial. O Gaeco está apurando o montante de bens apreendidos e outras diligências.

FAENERATOR

O nome da operação deriva do termo latino faenerator, que significa “agiota” ou “usurário”, em referência à pessoa que empresta dinheiro mediante a cobrança de juros.

segunda-feira, 14 de setembro de 2026

MARANHÃO DE MURO BAIXO; Filha de procurador eliminada em concurso virou investigadora e depois delegada em Bacabal

Uma trajetória profissional que chama atenção e merece explicações públicas. No Maranhão, um caso envolvendo a filha de um procurador, FRANCISCO DAS CHAGAS BARROS DE SOUSA (atual subprocurador-geral de Justiça para Assuntos Jurídicos) voltou a provocar questionamentos sobre critérios de acesso e ascensão na carreira pública.



Segundo informações sobre o caso, a servidora, Ariana Sampaio Sousa, de 42 anos, foi eliminada em concurso público, ficando na 2018º lugar no certame, fora do limite de convocação previsto no edital, mas posteriormente ingressado na carreira como investigadora na delegacia geral da policia civil do maranhão como efetiva e, mais tarde, alcançado o cargo de delegada de terceira classe, DELGADA TITULAR DISTRITO INTERIOR e DO SEGUNDO DISTRITO POLICIAL de BACABAL, por meio de liminar.




A questão que se impõe não é apenas sobre a trajetória individual, mas sobre quais foram os caminhos jurídicos e administrativos percorridos entre uma eliminação em concurso e a posterior chegada a cargos de maior responsabilidade dentro da estrutura policial. Ariana enquanto investigadora faturava dos cofres publico salario de 10 mil reais, e sendo delegada em Bacabal salários de 25 mil.



Houve decisão judicial? Convocação por outro certame? Novo concurso? Reclassificação? Algum procedimento administrativo que permitiu a mudança de situação? A sociedade tem o direito de saber. Advogados em bacabal tem a delegada uma figura ignorante e grosseria dentro da repartição.

Em um Estado onde frequentemente surgem suspeitas e debates sobre apadrinhamento, influência e privilégios no serviço público, casos dessa natureza naturalmente despertam atenção. 

Não se trata de condenar ninguém por sua origem familiar. Ser filha de procurador não constitui, por si só, qualquer irregularidade. O ponto central é outro: a trajetória funcional precisa estar respaldada por regras claras, documentos públicos e absoluta transparência.

Se tudo ocorreu rigorosamente dentro da lei, que sejam apresentados os fatos e os fundamentos que expliquem a trajetória.

Porque, no serviço público, não basta parecer correto: é preciso demonstrar que foi correto. Maranhão de muro baixo? A pergunta está lançada.

domingo, 13 de setembro de 2026

MAL EXEMPLO: PREFEITA DE LAGO-AÇU/ CICI EVANGÉLICA EXAGERA NA DISTRIBUIÇÃO DE ÁLCOOL E CARNE EM EVENTO POLITICO.

Nesse sábado a prefeita promoveu um evento político no povoado Olho D'Água. O que se viu foi uma tentativa clara de atrair o povo pela boca: muita bebida, muito churrasco, muita comida, numa clara tentativa de esconder a falta de trabalho no município.



É o velho truque de quem não tem obra para mostrar e tenta amarrar o povo pelo estômago.

Só que o tiro saiu pela culatra. O evento foi um FRACASSO.

O povo de Olho D'Água deu uma aula de dignidade. Mesmo com toda a fartura oferecida, não se rendeu. Porque o povo não está satisfeito. O povoado está abandonado, sem saúde - como mostramos ontem com a mãe que teve a requisição negada - sem estrada, sem trabalho.

A prova do fracasso foi a própria equipe de comunicação da prefeitura. Tiveram que fazer vídeos com ângulo bem fechado, bem de pertinho, para não mostrar o vazio. Mas quem esteve lá viu. A própria prefeita viu e se decepcionou. Esperava multidão e encontrou espaços vazios .



O povo de Olho D'Água provou que não se compra com festa. O povo quer respeito, quer trabalho, quer saúde.

Conceição do Lago-Açu quer trabalho, não quer pão e circo 

sábado, 12 de setembro de 2026

Prefeita Cici de Conceição do Lago Açu acumula mais de R$ 139 milhões em dívida ativa tributária e previdenciária

 O Município de Conceição do Lago Açu (MA) aparece com uma dívida ativa de R$ 139.696.979,17 na categoria tributária e previdenciária. O valor consta em levantamento oficial com dados atualizados em 12 de setembro de 2026 e está relacionado ao CNPJ da Prefeitura Municipal.



De acordo com os registros, a dívida está dividida em onze inscrições, todas classificadas como débitos tributários/previdenciários. O montante chama atenção pelo tamanho e representa uma obrigação financeira de dezenas de milhões de reais para os cofres públicos municipais.



A maior inscrição corresponde a R$ 52.248.177,27. Na sequência aparece outro débito de R$  25.129.594,82. Juntos, somente esses dois registros somam mais de R$ 77 milhões.



As demais inscrições somam diversos valores de milhões que totalizam mais de R$ 139.

Dívida previdenciária acende alerta

O tamanho do passivo coloca em evidência a situação das obrigações tributárias e previdenciárias do município. Dívidas dessa natureza podem representar valores acumulados por diferentes períodos, sendo necessário verificar a origem de cada inscrição, os exercícios a que se referem, eventuais parcelamentos, negociações ou medidas judiciais.

O levantamento, por si só, permite atribuir a responsabilidade pelo débito exclusivamente à atual administração, já que que as datas equivale apenas 2026. No entanto, o valor registrado demonstra a dimensão do passivo que envolve o município.

R$ 139 milhões no radar

O montante de R$ 139 milhões representa uma cifra expressiva para um município de pequeno porte e levanta questionamentos sobre a evolução das obrigações previdenciárias e tributárias, além dos impactos que uma dívida desse tamanho pode provocar sobre o planejamento financeiro da administração municipal.

A situação também merece acompanhamento quanto às medidas adotadas pelo município para regularizar o passivo, evitar o crescimento dos débitos e preservar a capacidade de investimento em áreas essenciais, como saúde, educação, infraestrutura e saneamento.

Os dados apresentados têm como referência as inscrições em dívida ativa vinculadas ao Município de Conceição do Lago Açu, com atualização registrada em 12 de setembro de 2026.