sexta-feira, 16 de outubro de 2026

Agricultura familiar ganha reforço em São Luís Gonzaga do Maranhão com serviço de arado para pequenos produtores

 A agricultura familiar de São Luís Gonzaga do Maranhão passa a contar com um novo apoio para o desenvolvimento das atividades no campo. Os pequenos produtores rurais do município agora poderão ter acesso ao serviço de arado, recurso que auxilia na preparação do solo e facilita o trabalho de plantio.



A iniciativa representa um reforço para os trabalhadores rurais que dependem da agricultura para garantir o sustento de suas famílias e contribuir para o abastecimento alimentar da população.



Com o serviço, a expectativa é facilitar o preparo das áreas de cultivo, especialmente para os agricultores que enfrentam dificuldades para arcar com os custos de máquinas e equipamentos agrícolas.

O fortalecimento da agricultura familiar é fundamental para a economia rural, a geração de renda e a produção de alimentos. Medidas que facilitam o acesso a serviços agrícolas podem ajudar a reduzir dificuldades enfrentadas pelos pequenos produtores e ampliar as condições de trabalho no campo.

A disponibilização do serviço de arado representa mais uma alternativa de apoio aos agricultores de São Luís Gonzaga, que poderão buscar na Secretaria Municipal de Agricultura as informações necessárias para aproveitar o benefício.

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

INCOMPETÊNCIA? Cici e a dívida de R$ 103 milhões em Lago-Açu: paga uns, deixa outros sem receber e transfere responsabilidades

 A situação financeira de Conceição do Lago-Açu, no Maranhão, voltou ao centro das discussões políticas. E os números apresentados na relação de inscrições em Dívida Ativa exigem atenção: não são apenas R$ 70 milhões, mas R$ 103.709.823,01 registrados em sete inscrições de natureza tributária e previdenciária, com valores atualizados em 1º de outubro de 2026.

INCOMPETÊNCIA? Cici e a dívida de R$ 103 milhões em Lago-Açu: paga uns, deixa outros sem receber e transfere responsabilidades


O valor precisa ser esclarecido à população. Diante de uma dívida dessa dimensão, a pergunta é direta: qual é a origem de cada débito, quais parcelamentos foram negociados e quais medidas estão sendo adotadas para regularizar a situação financeira do município?


Segundo as informações apresentadas para esta reportagem, as negociações dos parcelamentos foram realizadas pela própria prefeita Cici. Por isso, é necessário esclarecer quais acordos foram firmados, em que condições e quais valores já foram pagos ou continuam pendentes. Extrato bancário do dia primeiro a 14 de outubro de 2026, o município recebeu foram o valor da saúde, o montante de R$ 1.668.488,34, com desconto do DARF de R$ 454.846,56 e o município pagou também no dia 9, três empresas, FACE COMERCIO REPRESENTAÇAO LTDA  mais de 30 mil, T Z M DOS SANTOS mais de 150 mil, G P CAXIAS LTDA, mais de 200 mil e a VIRTUAL TECCHNOLOGIES INVESTIMENTO S/A.

INCOMPETÊNCIA? Cici e a dívida de R$ 103 milhões em Lago-Açu: paga uns, deixa outros sem receber e transfere responsabilidades


Não foram bloqueios, mas descontos e débitos nas contas

Outro ponto que precisa ser esclarecido diz respeito à forma como os recursos foram retirados das contas públicas. Conforme as informações relatadas, os valores não teriam sido bloqueados judicialmente, mas sim descontados ou debitados das contas bancárias.

A diferença é importante. Um bloqueio judicial e um débito decorrente de parcelamento ou de outra obrigação financeira são situações distintas. 

Se deixou a Educação em abril de 2024, por que ainda constava como responsável legal em dezembro?

Outro questionamento envolve a trajetória administrativa da prefeita Cici antes das eleições municipais de 2024.

Conforme a declaração atribuída à prefeita, ela teria deixado a Secretaria Municipal de Educação em abril daquele ano para disputar as eleições. Diante disso, surge uma pergunta que precisa de resposta documental: por que o nome dela ainda constaria como responsável legal pela conta bancária do Banco do Brasil em dezembro de 2024?

INCOMPETÊNCIA? Cici e a dívida de R$ 103 milhões em Lago-Açu: paga uns, deixa outros sem receber e transfere responsabilidades

Se os registros confirmarem essa permanência, a Prefeitura precisa explicar por que o cadastro continuava daquela forma e se houve alguma movimentação financeira realizada nesse período.

Acusações de perseguição também entram no debate

No campo político, a prefeita afirma que nunca perseguiu adversários. Entretanto, há relatos e acusações de que pessoas que mantinham contato com o ex-gestor ou com Alyson eram tratadas como inimigas políticas e ameaçadas de perderem seus empregos na gestão.


O debate público não deve se limitar a declarações de um lado ou de outro. A população precisa conhecer os fatos e ter condições de avaliar as condutas de seus representantes.

Denúncia de ameaça exige esclarecimento dos dois lados

A controvérsia também envolve acusações de ameaça. Segundo as informações apresentadas, a prefeita acusa vereador Truman Junior de tê-la ameaçado. Em contrapartida, há a alegação de que o próprio parlamentar teria sido ameaçado pelo marido da prefeita e por pessoas descritas como seus aliados.

As versões precisam ser apuradas. Todos os envolvidos têm direito de apresentar suas versões, e as autoridades competentes devem apurar eventuais responsabilidades.

A população cobra respostas, não apenas discursos

Os números da Dívida Ativa, os parcelamentos, os débitos nas contas bancárias e os questionamentos sobre a responsabilidade legal pela movimentação financeira formam um conjunto de assuntos que merece esclarecimento público. A prefeita apenas fala, mas não mostra nenhum documento, e ai dar pra acreditar?

Afinal, são R$ 103,7 milhões em inscrições registradas, e não apenas R$ 70 milhões como ela disse em video, mas, mesmo assim ainda quer fazer empréstimo de 20 milhões para asfalto e energia solar?. O valor total, por si só, não esclarece a origem dos débitos nem permite atribuir toda a responsabilidade a uma única gestão. Mas torna indispensável conhecer a composição da dívida, os acordos firmados, os pagamentos realizados e a situação atual de cada inscrição.

A prefeita Cici tem o direito de apresentar sua versão e os documentos que considerar pertinentes. Da mesma forma, vereadores, ex-gestores e cidadãos podem cobrar transparência e explicações sobre a administração dos recursos públicos.

Em Conceição do Lago-Açu, a população merece respostas objetivas, documentos acessíveis e esclarecimentos que permitam separar fatos comprovados de acusações políticas.

O dinheiro público pertence à população. E a transparência sobre as dívidas, os descontos bancários e as decisões administrativas não é favor de governante: é uma exigência de responsabilidade pública.

quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Retroescavadeira de R$ 500 mil alugada no Maranhão é encontrada à venda em MT

 A Polícia Civil recuperou nesta quarta-feira (14), em Confresa, uma retroescavadeira avaliada em cerca de R$ 500 mil que estava sendo oferecida à venda na cidade. O equipamento pertence a uma empresa de Marabá, no Pará, e havia sido alugado a uma construtora no Maranhão. Segundo a polícia, a máquina foi repassada a outras pessoas sem autorização da dona. A recuperação ocorreu menos de duas horas depois da denúncia.



Um representante da empresa procurou a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Confresa ao saber que a retroescavadeira estava à venda no município. Os investigadores localizaram o equipamento antes que ele fosse negociado.

A investigação continua para descobrir como a máquina saiu do Maranhão e chegou a Mato Grosso e para identificar os responsáveis pela apropriação indébita. Segundo a delegada Karen Amaral Makrakis, o caso faz parte do trabalho da Derf de Confresa contra crimes patrimoniais.





Fatos de MT

Delegado é afastado por 90 dias após denúncia anônima e operação policial no Maranhão

 O delegado Cleosnaldo Brito Siqueira Júnior, responsável pela Delegacia Regional de Barra do Corda, foi afastado das funções por 90 dias durante uma operação realizada na manhã desta quarta-feira (14), nos municípios de Grajaú e Barra do Corda, no Maranhão.



A ação foi conduzida pela Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção (Seccor), da Polícia Civil, e cumpriu quatro mandados de busca e apreensão em delegacias, na residência do delegado e em um sítio pertencente ao pai dele.

De acordo com a delegada Katherine Chaves, superintendente estadual de Prevenção e Combate à Corrupção, a investigação teve início após uma denúncia anônima encaminhada ao Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), do Ministério Público do Maranhão.

O procedimento apura fatos relacionados ao exercício das funções na Delegacia de Grajaú. Até o momento, o motivo específico da investigação não foi divulgado, uma vez que o caso tramita sob segredo de Justiça.

Além do delegado, também foram afastados um investigador de Polícia Civil, um guarda municipal que presta serviços na delegacia e um funcionário administrativo vinculado à unidade de Grajaú.

Durante o cumprimento dos mandados, os agentes apreenderam celulares e computadores que poderão contribuir para o andamento das investigações.

O delegado também teve a arma funcional recolhida e foi proibido de se aproximar da delegacia e dos policiais investigados, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

Em Barra do Corda, as buscas ocorreram na Delegacia Regional e na residência do delegado. Já em Grajaú, as equipes estiveram na delegacia e em um sítio pertencente ao pai de Brito Júnior.

Durante as buscas no sítio, os policiais encontraram uma arma de fogo e munições. No local, o caseiro Charles Aminde Silveira dos Santos foi preso em flagrante por suspeita de porte ilegal de arma de fogo.

Segundo as informações divulgadas, ele também exerce atividades na delegacia.

A apreensão do material e a prisão ocorreram no contexto da operação, enquanto as circunstâncias relacionadas aos fatos investigados continuam sob apuração.

O afastamento cautelar dos servidores ocorre durante o andamento das investigações e não representa, por si só, uma condenação. Os fatos apurados permanecem sob análise das autoridades competentes.

terça-feira, 13 de outubro de 2026

SÃO LUÍS GONZAGA: Judiciário eleva pena de condenado por agiotagem e extorsão para mais de 37 anos de prisão


Réu foi condenado por praticar agiotagem contra pelo menos 30 vítimas, cobrar juros de até 20% ao mês e ameaçar uma pessoa para obter um imóvel avaliado em R$ 30 mil.



Uma decisão do Poder Judiciário do Maranhão elevou para mais de 37 anos a pena de Hallisson Artur Sousa Veras, condenado por crimes relacionados à agiotagem e à extorsão em São Luís Gonzaga do Maranhão. A mudança ocorreu após recurso apresentado pelo Ministério Público do Maranhão (MPMA), que contestou a sentença inicial, considerada insuficiente diante dos fatos apurados.

De acordo com informações divulgadas pelo MPMA nesta terça-feira (13), o réu havia sido condenado inicialmente a um ano, nove meses e 26 dias de detenção, com cumprimento em regime aberto. Após a análise do recurso, o Tribunal aumentou significativamente a punição e determinou o regime inicial fechado.

Agiotagem contra dezenas de pessoas

Conforme a denúncia do Ministério Público, apresentada em maio de 2024, Hallisson Veras operava um esquema de empréstimos com juros abusivos que chegavam a 20% ao mês.

As investigações apontaram a prática reiterada de agiotagem contra dezenas de pessoas, além de relatos de ameaças e retenção de cartões previdenciários. No julgamento do recurso, a Justiça reconheceu a prática habitual do crime contra pelo menos 30 vítimas.

Com base no entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Tribunal somou as penas correspondentes aos crimes reconhecidos, fixando em 33 anos e quatro meses a punição referente à agiotagem.

Extorsão envolveu imóvel de R$ 30 mil

Além da condenação por agiotagem, a Justiça reconheceu a prática de extorsão contra uma das vítimas.

Segundo o Ministério Público, o acusado teria exigido a transferência de um imóvel avaliado em R$ 30 mil para quitar uma dívida inicial de R$ 8 mil. A exigência teria sido acompanhada de ameaças de morte com o uso de arma de fogo.

Pelo crime de extorsão, previsto no artigo 158 do Código Penal, foram fixados mais quatro anos de prisão.

Mais de 1.300 dias-multa

A nova condenação ultrapassa 37 anos de pena, além da aplicação de mais de 1.300 dias-multa. Cada dia-multa foi estabelecido em um trigésimo do salário mínimo vigente à época dos crimes, conforme as informações divulgadas pelo MPMA.

O recurso foi apresentado pelo promotor de Justiça Rodrigo Freire Wiltshire de Carvalho, em fevereiro de 2026. O julgamento teve como relator o desembargador José Joaquim Figueiredo dos Anjos, que acolheu parcialmente o pedido do Ministério Público.

A decisão representa uma alteração expressiva em relação à sentença inicial e reforça a importância da análise individualizada das condutas reconhecidas pela Justiça em casos de agiotagem praticada de forma reiterada e associada a outros crimes.

segunda-feira, 12 de outubro de 2026

Prefeitura de Bacabal antecipa feriado do Dia dos Professores para 13 de outubro



 A Prefeitura de Bacabal, no Maranhão, publicou o Decreto nº 1.030, de 9 de outubro de 2026, que antecipa para a próxima terça-feira, dia 13 de outubro, o feriado escolar em comemoração ao Dia dos Professores, celebrado tradicionalmente em 15 de outubro.



Assinado pelo prefeito José Roberto Costa, o decreto estabelece que a medida será válida para as unidades escolares da Rede Pública Municipal de Ensino.



De acordo com o documento, a antecipação tem como objetivo valorizar os profissionais da educação municipal e organizar o expediente das escolas em razão da data comemorativa.

O decreto esclarece que a antecipação do feriado não se estende aos servidores dos demais órgãos e entidades da Administração Pública Municipal. Dessa forma, o expediente nesses setores permanecerá normal na terça-feira, 13 de outubro.

A Secretaria Municipal de Educação ficará responsável por adotar as providências necessárias para cumprir a medida e adequar o calendário escolar, respeitando a legislação aplicável.

Celebrado nacionalmente em 15 de outubro, o Dia dos Professores é uma data dedicada ao reconhecimento do trabalho dos profissionais responsáveis pela educação e formação de estudantes.

O Decreto nº 1.030 entrou em vigor na data de sua publicação e revoga as disposições em contrário.

sábado, 10 de outubro de 2026

LAGO-AÇU/MA; Vereador denuncia prefeita Cici de receber mais de R$ 9 mil do Fundeb 70% do maior efetivo e beneficiar parentes

Um documento apresentado em vídeo durante uma discussão sobre os salários de dezembro de 2024, em Conceição do Lago-Açu (MA), levanta questionamentos sobre a destinação dos recursos da educação. Segundo o material divulgado, a folha de pagamento registra dois lançamentos em nome de Elcilene Pinheiro Pereira dos Santos, na época secretaria de educação, e atualmente conhecida como Cici, atual prefeita do município: R$ 6.281,06 e R$ 2.915,91, totalizando R$ 9.196,97. O registro, datado de 30 de dezembro de 2024, às 15h59min34s, está vinculado ao Fundeb.



O responsável pela divulgação, vereador Truman Junior, afirma que decidiu aprofundar a apuração após ouvir, na Câmara Municipal e em outros espaços, manifestações que atribuíam exclusivamente ao ex-prefeito a responsabilidade pela falta de pagamento dos salários de dezembro aos profissionais da educação. Segundo ele, os documentos encontrados indicariam que Cici, familiares próximos e pessoas de seu círculo de amizade teriam recebido pagamentos enquanto outros professores permaneceram sem receber. Essas alegações, porém, precisam ser confrontadas com as folhas completas, os comprovantes bancários e os registros contábeis para que seja possível confirmar quem recebeu, quais valores foram pagos e quais obrigações ficaram pendentes.



O caso também provoca questionamentos políticos, sobretudo porque, conforme o autor da denúncia, a atual prefeita tem ligação com o movimento sindical dos servidores da educação. Para o denunciante, a situação representa uma afronta aos professores que aguardavam seus salários. Ele afirma que a divulgação do documento é apenas o início de uma série de informações que pretende apresentar sobre a aplicação dos recursos destinados à folha de dezembro de 2024. 

Diante da gravidade das alegações, a população e os profissionais da educação têm interesse em obter respostas objetivas: qual era a natureza dos pagamentos registrados em nome da prefeita, por que aparecem duas matrículas, quais outros servidores receberam e quantos permaneceram sem salário naquele período? A Prefeitura de Conceição do Lago-Açu deve ter a oportunidade de esclarecer os fatos e apresentar os documentos pertinentes. Mais do que uma disputa política, a questão exige transparência na aplicação do dinheiro público e esclarecimentos sobre os salários dos profissionais da educação daquele municipio.