quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Sem acordo, a greve dos bancários já somam nove dias nesta quarta-feira (14).



A greve dos bancários entra hoje (14) no nono dia, sem acordo entre os empregados e os patrões. Bancários e representantes dos bancos retomam as negociações nesta quinta-feira, em São Paulo. Os grevistas pedem um reajuste de 14,78%, mas os bancos chegaram a apenas 7%. A paralisação a nível nacional começou na terça-feira da semana passada.

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No Maranhão, a orientação do Sindicato dos Bancários (Seeb-MA) é que a categoria fortaleça, ainda mais, a paralisação nos bancos públicos e privados. Em todo o Estado, a greve se intensifica a cada dia.

Na cidade de Viana, a adesão ao movimento atingiu 100%, com o fechamento das agências do Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica e Banco do Nordeste, na terça-feira (13). Em São Luís, os bancários paralisaram as atividades da maior agência de banco privado do Maranhão, o Bradesco da Avenida Magalhães de Almeida, no Centro.

Em todo o Brasil, mais de 50% das agências bancárias estão fechadas, o que representa mais de 11 mil unidades. Número que tende a aumentar diante do desrespeito dos banqueiros.

NEGOCIAÇÃO.

Na última sexta-feira (9), a Fenaban ofereceu aos bancários reajuste de 7% nos salários e benefícios e abono de R$ 3,3 mil, a ser pago 10 dias após a assinatura do acordo. Na reunião de ontem, não foi apresentada nenhuma proposta. “A nova proposta resulta numa remuneração superior à inflação prevista para os próximos 12 meses, com ganho expressivo para a maioria dos bancários.”

Os bancários, no entanto, pedem reajuste de 14,78% (5% de aumento real, mais a correção da inflação), 14º salário e participação nos lucros e resultados de R$ 8.297,61, entre outras demandas.


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