Após familiares do carroceiro que encontrou uma das crianças desaparecidas relatarem terem sido espancados e ameaçados de morte por militares, muitos voluntários começaram a abandonar as buscas na região.
Segundo relatos, o episódio gerou medo e insegurança entre moradores e pessoas que ajudavam de forma voluntária, reduzindo significativamente o número de participantes nas equipes de busca. A situação preocupa, pois a colaboração popular vinha sendo fundamental devido às dificuldades de acesso e à extensão da área.
O caso levanta questionamentos sobre a atuação militar e o impacto da violência e da intimidação sobre ações humanitárias. Familiares e voluntários pedem apuração rigorosa dos fatos e garantias de segurança para que as buscas possam continuar.



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