As buscas pelos irmãos Ágatha Isabelle e Alan Michael, desaparecidos desde 4 de janeiro, completam dois meses sem novas pistas. Segundo o Corpo de Bombeiros, as estratégias de buscas mudaram, e a corporação agora realiza varreduras terrestres e aquáticas apenas quando há indícios concretos que possam indicar o paradeiro das crianças.
Desde o desaparecimento, as autoridades intensificaram as buscas, utilizando cães farejadores e drones para monitorar áreas de interesse. Apesar de diversas operações coordenadas, o paradeiro das crianças ainda é desconhecido.
Ágatha e Alan foram vistos pela última vez brincando com um primo próximo à casa da avó materna, no povoado São Sebastião dos Pretos.



Nenhum comentário:
Postar um comentário